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Autora do Artigo: Dra. Tatiana de P. M. Gamella

Autoestima


As pessoas costumam confundir autoestima com o egoísmo, porém uma pessoa com boa autoestima nunca é egoísta, ao contrário, o ser humano que ama a si próprio, respeita-se e, automaticamente, respeita as outras pessoas e jamais desejará prejudicá-las, já o ser humano que é egoísta, só pensa em si próprio, nunca se importando com ninguém.

Autoestima é a pessoa confiar em si própria, e sentir-se capaz de poder enfrentar os desafios da vida, é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor próprio.

O amor próprio é a aceitação da pessoa em todas os aspectos, quando a pessoa tem a aceitação ela sente-se segura e confirma a si própria o seu valor, compreende seus defeitos e limitações, realça suas qualidades, e com isso ela sente-se integrada consigo mesma, valorizando sua autoestima.

Uma pessoa não nasce com autoestima, e sim vai adquirindo-a ao longo de sua vida. A autoestima começa a se desenvolver na infância através das influências do amor fraterno, materno, paterno, amor de Deus, etc…

O amor próprio é algo inseparável do amor pelos outros seres.

Em primeiro lugar devemos amar a nós mesmos, nos valorizar e nos respeitar, quando o indivíduo tem essa capacidade de amar incondicionalmente a si mesmo, está preparado para aceitar o outro, e  preparado para amar.

Conclui-se que para conseguirmos amar um outro ser, temos que primeiramente amar a nós mesmos, e para nos amarmos devemos estar com a autoestima boa, confiar em nossa capacidade de pensar, e a nossa capacidade  de dar conta dos desafios básicos da vida, e acima de tudo temos que ter confiança em nosso direito de vencer e ser feliz, e consequentemente colher os frutos dos nossos esforços.

Amar a si mesmo e amar aos outros são coisas que são intrínsecas ao amor, e estão intimamente ligadas, pois a pessoa somente é capaz de amar aos outros quando é capaz de amar a si mesmo.

Quando nós temos a confirmação e aceitação dos outros nos sentimos valorizados, por isso aceitamos a confirmação, que é uma confirmação boa para nós.

Portanto, a confirmação está muito ligada no desenvolvimento do amor próprio e da nossa capacidade de amar o outro.

Enfim, um ser humano para ter uma boa autoestima deve se amar, construir o seu amor-próprio. E se por ventura não conseguir fazer isso sozinho, o indivíduo deve buscar ajuda profissional adequada. E lembrar-se que jamais um ser humano conseguirá amar verdadeiramente qualquer outro ser humano se não amar a si mesmo.

Suponho que para um ser humano ser feliz e realizado, o amor próprio deve ser incondicional, pois a baixa autoestima gera ansiedade, medo, depressão, fobias, enfim, uma série de problemas.

Quanto mais verdadeiro o ser humano for com ele mesmo, melhor será o conceito que ele terá de si próprio e maior será a sua autoestima.

A pessoa que ama somente aos outros, mas não consegue amar a si mesmo, não é capaz de amar totalmente e incondicionalmente o outro; pois amar a si mesmo é o primeiro passo para amar uma outra pessoa.


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